quarta-feira, 15 de julho de 2009

titulo original: CULTO AO "SOL"



DATA-: Primavera de 1980



CULTO AO SOL


Sol.
Sol, eu te pergunto:
Quem sou eu?
Oque faço aqui?

Eu te contemplo, porque eu necessito de teu explendor.
Sem tu eu não viverias,mas sem mim tu continuarias a existir.
Seu fogo ardente penetra no meu corpo, me transformo em vida.
Suas labaredas são como espadas que me atingem,mas são espadas
invisíveis,são espadas que dão vida a mais profunda e errante
criatura.
Sua energia move meu planeta;Somos porque Vós existes,minhas
células se nutrem dessa energia radiante, que afeta o espaço longiquo,
dando graça e cor em tudo que penetras.
Mas de todos meus feitos, não me comparo a uma única fusão nuclear
que se desencadeia em seu seio,minha significancia é insignificante
diante de tua beleza esplendida.
Com tudo meu ser se conforta em saber que vive porque vós quisestes.



Valmir. N de Oliveira




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